Shows, festas e festivais
Lotes que viram por data ou por esgotamento, limite por compra e a porta andando com a leitura do QR.
Cada bloco desta página mostra como o organizador monta o evento na iTick e qual é a única coisa que muda de um formato pro outro.
Lotes que viram por data ou por esgotamento, limite por compra e a porta andando com a leitura do QR.
Aqui a palavra é inscrição. Um tipo por percurso e por lote, com os dados do atleta saindo do próprio checkout.
Convenção, treinamento e confraternização. Evento fechado por link, credenciamento na entrada e quem de fato compareceu.
Entrada por dia como tipos diferentes, ou um passaporte para todos os dias, com controle de quantos entraram e quando.
Inscrição com os dados do participante, tipos por período ou por trilha e vagas que se esgotam de verdade.
Tipo de ingresso com preço zero, só pra saber quem vem e conferir a presença na entrada como em qualquer outro evento.
Você não aprende uma ferramenta nova quando muda de formato. Um congresso e um festival são montados com as mesmas peças — só combinadas de outro jeito.
Balada, show de casa noturna, festival de fim de semana, arraial de bairro. Aqui o que manda é o lote: o preço sobe conforme a data se aproxima ou conforme o anterior acaba.
O que muda aqui: a data e o estoque do lote fazem o trabalho de virar o preço sozinhos, sem ninguém acordar de madrugada pra trocar nada.
1º lote pista, 2º lote pista, camarote. Cada um com o seu preço e a sua quantidade.
Por data, com a janela de venda de cada tipo, ou por esgotamento, quando a quantidade zera.
O máximo por pedido segura o cambista e distribui o lote promocional entre mais gente.
Leu o QR, o ingresso fica marcado como utilizado, com a hora e o nome de quem validou.
Corrida de rua, trail, pedal, travessia, campeonato amador. A palavra aqui é inscrição, não ingresso — e a página toda fala essa língua.
O que muda aqui: o que a portaria chama de validação, você chama de entrega de kit e de largada. É a mesma leitura de QR nas duas pontas.
Convenção anual, treinamento, kick-off, confraternização de fim de ano. Evento que não é pra qualquer um: é pra uma lista de gente que já sabe que foi convidada.
O que muda aqui: o evento é fechado por link. Como a iTick não tem vitrine nem busca, quem não recebeu o endereço simplesmente não encontra o evento.
Você manda o endereço no e-mail interno ou no grupo. Não existe catálogo pra alguém tropeçar no evento.
Cada credencial tem o nome do participante, mesmo quando foi o RH que fez o pedido pelo time inteiro.
A leitura do QR registra a hora e quem validou. É o registro de entrada, não uma lista de papel riscada à mão.
No painel você vê a diferença entre a lista de confirmados e a relação de quem de fato compareceu.
Feira de negócios, salão, exposição, mostra que fica dias em cartaz. O desafio é o calendário: o mesmo evento acontece várias vezes, em dias diferentes, com públicos diferentes.
O que muda aqui: o tipo de ingresso deixa de ser um lote e vira um dia. O resto — estoque, janela de venda e QR na entrada — continua igualzinho.
Curso de um dia, workshop de fim de semana, congresso com programação longa. Aqui também se diz inscrição — e o número de vagas é a coisa mais importante da página.
O que muda aqui: a vaga é finita de verdade. O estoque é contado a cada venda e a reserva com prazo impede que um carrinho abandonado segure lugar até o dia do evento.
Manhã, tarde, congresso completo, oficina paralela. Cada recorte é um tipo de inscrição com preço e vagas próprias.
CPF, nome, e-mail e telefone entram na inscrição. É com eles que você monta a lista de presença e fala com quem se inscreveu.
A inscrição mais barata pode ter data pra acabar. Passou o dia marcado, ela sai do ar e a seguinte assume.
A quantidade cadastrada é a capacidade da sala. Esgotou, o tipo some da tela — não existe vender a mais pra descobrir depois.
Palestra aberta, culto, aula inaugural, ação social, encontro de comunidade. Não tem dinheiro no meio, mas tem lotação — e você precisa saber quem vem.
O que muda aqui: nada além do preço. O tipo de ingresso é criado com valor zero e a página funciona igual à de um evento pago.
O tipo do evento e a configuração dele são separados do resto da plataforma. Na prática, isso quer dizer que acrescentar um formato novo é acrescentar um item nesse catálogo — não é refazer o sistema.
Então conta pra gente o que você organiza e o que o seu formato exige de diferente. Se der pra montar com o que já existe, a gente monta junto com você. Se não der, essa conversa é o começo do próximo formato.
A configuração vive junto do tipo do evento. Um formato novo entra sem mexer no que já está vendendo.
Você cria a conta com CPF ou CNPJ e, se quiser, a gente configura o primeiro evento junto, pelo WhatsApp.
PIX e cartão de crédito, com o líquido entrando no seu saldo e o saque indo pra sua chave PIX.
São 6% sobre cada venda para show, corrida ou congresso — um número só, o mesmo pra qualquer evento, sem taxa por cima.
Você cria a sua conta na hora com CPF ou CNPJ e completa o cadastro direto no painel. Se quiser, a gente escolhe o tipo de evento com você e deixa os primeiros ingressos configurados pelo WhatsApp.