Shows, festas e festivais
Lotes que viram por data ou por esgotamento, limite por compra e a porta andando com a leitura do QR.
Nenhum deles depende da gente. Você não abre chamado pra publicar, não espera aprovação e não agenda reunião pra começar a vender.
Você cria a conta com CPF ou CNPJ e completa o cadastro no painel. Depois monta o evento: nome, descrição, tipo de evento, local e endereço, cidade e UF, quando começa e a imagem de capa. Em seguida os tipos de ingresso ou inscrição: quanto custa cada um, quantos existem, quantos cabem num pedido só e até quando vendem.
O evento ganha um endereço próprio, escolhido por você antes de publicar e congelado na publicação — link divulgado não quebra depois. Ele vai no story, no grupo, no e-mail e no QR do cartaz. Quem abre vê o seu evento e mais nada.
PIX e cartão de crédito, com a cobrança nascendo no hub de pagamentos da WebSampa. Cada venda confirmada entra no seu saldo já com a comissão descontada na origem — não existe conta pra fechar depois.
Cada ingresso tem um QR com código aleatório e único. A leitura marca como utilizado e registra a hora e o nome de quem validou — e o mesmo código não passa duas vezes.
Chegou o dia, o trabalho é um só: conferir quem entra sem formar fila e sem deixar o mesmo ingresso passar duas vezes.
Cada ingresso carrega um código aleatório no QR. Aleatório, não sequencial: ninguém adivinha o ingresso do vizinho a partir do próprio.
Aleatório e único. Quem comprou quatro recebe quatro códigos diferentes, não quatro cópias do mesmo.
A leitura marca o ingresso como utilizado. Se o mesmo código voltar, ele já consta como utilizado — e a portaria vê isso na hora.
Cada validação guarda a hora e o nome de quem passou a leitura. No dia seguinte dá pra saber exatamente como a entrada andou.
O ingresso é nominal, mas o nome não precisa ser o de quem pagou. Quem comprou quatro para os amigos põe o nome de cada um.
Cada bloco desta página mostra como o promoter monta o evento na itick e qual é a única coisa que muda de um formato pro outro.
Lotes que viram por data ou por esgotamento, limite por compra e a porta andando com a leitura do QR.
Aqui a palavra é inscrição. Um tipo por percurso e por lote, com os dados do atleta saindo do próprio checkout.
Convenção, treinamento e confraternização. Evento fechado por link, credenciamento na entrada e quem de fato compareceu.
Entrada por dia como tipos diferentes, ou um passaporte para todos os dias, com controle de quantos entraram e quando.
Inscrição com os dados do participante, tipos por período ou por trilha e vagas que se esgotam de verdade.
Tipo de ingresso com preço zero, só pra saber quem vem e conferir a presença na entrada como em qualquer outro evento.
Balada, show de casa noturna, festival de fim de semana, arraial de bairro. Aqui o que manda é o lote: o preço sobe conforme a data se aproxima ou conforme o anterior acaba.
O que muda aqui: a data e o estoque do lote fazem o trabalho de virar o preço sozinhos, sem ninguém acordar de madrugada pra trocar nada.
1º lote pista, 2º lote pista, camarote. Cada um com o seu preço e a sua quantidade.
Por data, com a janela de venda de cada tipo, ou por esgotamento, quando a quantidade zera.
O máximo por pedido segura o cambista e distribui o lote promocional entre mais gente.
Leu o QR, o ingresso fica marcado como utilizado, com a hora e o nome de quem validou.
Corrida de rua, trail, pedal, travessia, campeonato amador. A palavra aqui é inscrição, não ingresso — e a página toda fala essa língua.
O que muda aqui: o que a portaria chama de validação, você chama de entrega de kit e de largada. É a mesma leitura de QR nas duas pontas.
Convenção anual, treinamento, kick-off, confraternização de fim de ano. Evento que não é pra qualquer um: é pra uma lista de gente que já sabe que foi convidada.
O que muda aqui: o evento é fechado por link. Como a itick não tem vitrine nem busca, quem não recebeu o endereço simplesmente não encontra o evento.
Você manda o endereço no e-mail interno ou no grupo. Não existe catálogo pra alguém tropeçar no evento.
Cada credencial tem o nome do participante, mesmo quando foi o RH que fez o pedido pelo time inteiro.
A leitura do QR registra a hora e quem validou. É o registro de entrada, não uma lista de papel riscada à mão.
No painel você vê a diferença entre a lista de confirmados e a relação de quem de fato compareceu.
Feira de negócios, salão, exposição, mostra que fica dias em cartaz. O desafio é o calendário: o mesmo evento acontece várias vezes, em dias diferentes, com públicos diferentes.
O que muda aqui: o tipo de ingresso deixa de ser um lote e vira um dia. O resto — estoque, janela de venda e QR na entrada — continua igualzinho.
Curso de um dia, workshop de fim de semana, congresso com programação longa. Aqui também se diz inscrição — e o número de vagas é a coisa mais importante da página.
O que muda aqui: a vaga é finita de verdade. O estoque é contado a cada venda e a reserva com prazo impede que um carrinho abandonado segure lugar até o dia do evento.
Manhã, tarde, congresso completo, oficina paralela. Cada recorte é um tipo de inscrição com preço e vagas próprias.
CPF, nome, e-mail e telefone entram na inscrição. É com eles que você monta a lista de presença e fala com quem se inscreveu.
A inscrição mais barata pode ter data pra acabar. Passou o dia marcado, ela sai do ar e a seguinte assume.
A quantidade cadastrada é a capacidade da sala. Esgotou, o tipo some da tela — não existe vender a mais pra descobrir depois.
Palestra aberta, culto, aula inaugural, ação social, encontro de comunidade. Não tem dinheiro no meio, mas tem lotação — e você precisa saber quem vem.
O que muda aqui: nada além do preço. O tipo de ingresso é criado com valor zero e a página funciona igual à de um evento pago.
O tipo do evento e a configuração dele são separados do resto da plataforma. Na prática, isso quer dizer que acrescentar um formato novo é acrescentar um item nesse catálogo — não é refazer o sistema.
Então conta pra gente o que você organiza e o que o seu formato exige de diferente. Se der pra montar com o que já existe, a gente monta junto com você. Se não der, essa conversa é o começo do próximo formato.
A configuração vive junto do tipo do evento. Um formato novo entra sem mexer no que já está vendendo.
Você cria a conta com CPF ou CNPJ e, se quiser, a gente configura o primeiro evento junto com você.
PIX e cartão de crédito, com o líquido entrando no seu saldo e o saque indo pra sua chave PIX.
São 6% sobre cada venda para show, corrida ou congresso — o mesmo percentual pra qualquer evento, e a única cobrança de plataforma que sai de você.
É o padrão que o promoter brasileiro já conhece, e a itick não foge dele: você não paga pra colocar o evento no ar, paga só quando entra dinheiro — e é sempre a mesma conta.
para criar a conta, montar o evento e deixar a página vendendo.
o mesmo percentual pra todo evento. Sem letra miúda, sem faixa que muda.
São 6% sobre cada venda — o mesmo percentual pra qualquer evento, do menor ao maior. Sem taxa de adesão, sem mensalidade e sem taxa de processamento por cima.
A comissão pode sair da sua parte ou entrar no valor que o comprador vê na tela. As duas formas existem na itick e a escolha é sua, evento por evento.
Não há um jeito certo: tem promoter que prefere anunciar o preço cheio e absorver a comissão, e tem quem prefira embutir e receber exatamente o valor que planejou por ingresso ou inscrição.
O comprador paga o preço anunciado. Você recebe esse preço menos os 6%, e o valor líquido já entra assim no seu saldo.
O ingresso vai ao ar com a comissão já somada. O comprador paga um pouco mais e você recebe o valor que tinha planejado receber.
Um evento pode absorver a comissão e o seguinte embutir. A decisão não fica presa à sua conta: ela é tomada em cada evento que você põe no ar.
Qualquer que seja a escolha, a conta é sempre os mesmos 6%. Não existe um segundo percentual aparecendo depois no extrato.
Nenhuma etapa depende de você abrir chamado, mandar planilha ou acertar conta no fim do mês.
PIX ou cartão de crédito, na página do seu evento, sem precisar criar conta pra concluir a compra.
O pagamento é criado no hub de pagamentos da WebSampa, que é quem processa PIX e cartão por trás da itick.
Ela sai na hora em que o pagamento acontece. Não vira uma conta pra pagar depois nem acerto no fim do evento.
O que sobra da venda já aparece no painel como seu. Você acompanha venda a venda, sem planilha paralela.
Você informa a chave PIX e solicita. O pedido percorre as situações de solicitado, aprovado e pago — e você vê em qual delas ele está.
A chave PIX usada fica copiada dentro do pedido de saque. Se você trocar a sua chave amanhã, o histórico continua mostrando pra onde cada saque foi de verdade.
Quando um pagamento acontece, a itick grava dentro dele a divisão daquele instante: o percentual aplicado, o valor da comissão e o líquido que ficou com você. Isso não é calculado de novo depois.
Se um dia a política de taxa mudar, a mudança vale dali pra frente. O histórico de ontem continua exatamente o que era, porque os números dele estão gravados, não recalculados.
A divisão mora dentro do pagamento. Nenhuma tela vai lá refazer a conta com a taxa de hoje.
O item do pedido guarda o preço que o comprador viu. Lote virou depois? O pedido dele não muda.
Cada venda mostra bruto, comissão e líquido. Dá pra conferir pagamento por pagamento.
Nada de acordar com o repasse de um evento encerrado valendo outro número.
A queixa mais comum de quem já vendeu ingresso em plataforma é descobrir no extrato uma taxa de processamento aparecendo depois. Aqui são duas, ditas antes: 6% de administração, que saem da sua venda, e 10% de taxa de serviço na compra pelo site, que o comprador paga por cima — e que não encosta no seu repasse.
Os 6% são o que sai de você. Não há uma segunda linha de processamento descontada depois, escondida no meio do extrato.
Os 10% da compra online aparecem como linha própria no pedido — visível, com nome e percentual, antes de o comprador pagar, no lugar de embutidos em silêncio. No PDV ela não existe.
A taxa de serviço não sai do que é seu nem é um segundo desconto em cima de você: quem paga é o comprador. O seu líquido é reduzido pelos 6%, e só.
Não é discurso: é o que fica combinado e registrado antes de o seu evento vender o primeiro ingresso ou a primeira inscrição.
São 6% sobre cada venda, registrados antes de a página ir ao ar. Você não descobre quanto pagou olhando o extrato depois.
O prazo do seu repasse fica combinado e escrito no seu contrato. E se algum dia ele atrasar, quem avisa é a gente — antes de você precisar perguntar.
Do outro lado tem alguém que conhece o seu evento pelo nome. Não é fila de chamado nem formulário que some.
Se a sua não estiver aqui, fala com a gente. A gente responde do mesmo jeito, com objetividade e sem encaminhar para outro setor.
Não. Não existe mensalidade, taxa de instalação nem plano avançado com recurso liberado à parte. A itick só ganha quando o seu evento vende.
Não. Criar a conta, montar o evento, cadastrar os tipos de ingresso e deixar a página vendendo é R$ 0. Você pode publicar quantos eventos quiser. Evento que não vendeu não gera cobrança nenhuma.
Você decide, evento por evento. Ou a comissão sai da sua parte — o comprador paga o preço anunciado e você recebe esse preço menos a comissão — ou ela entra embutida no preço do ingresso, e aí o comprador paga um pouco mais e você recebe o valor que planejou.
Cada venda confirmada entra no seu saldo já com a comissão descontada na origem. Quando quiser, você solicita o saque informando a sua chave PIX e acompanha o pedido pelas situações de solicitado, aprovado e pago. A chave informada fica copiada no pedido, então o histórico mostra pra onde o dinheiro foi mesmo que você troque a chave depois. A data do repasse é combinada com você e fica escrita no seu contrato.
O pagamento tem uma situação própria de estornado, e o pedido também. Quando isso acontece, os dois passam a essa situação e o painel mostra o pedido como estornado, separado das vendas que continuam valendo. A regra de reembolso — o que dá direito, até quando e o que acontece com o ingresso já emitido — é combinada com você e fica no contrato do seu evento, porque muda de evento pra evento.
São 6% sobre cada venda, o mesmo pra qualquer evento, do menor ao maior — e, na compra pelo site, 10% de taxa de serviço paga pelo comprador. Publicar continua sendo R$ 0 e não há mensalidade. Ficou com dúvida? Fala com a gente.
Você cria a sua conta na hora com CPF ou CNPJ e completa o cadastro direto no painel. Se quiser, a gente conhece o seu evento e monta o primeiro junto com você.